Crianças invisíveis 2

Este vídeo, que já é o viral que se espalhou mais rápido na história da web, mostra o caso de Jacob, uma das crianças invisíveis de Uganda. Mais importante que isso, mostra o rosto de Joseph Kony, o criminoso líder desta guerra.

Mostra também a força que cada um de nós tem e a diferença que cada um de nós pode fazer.

Aqui o link para você ajudar também.

Mostrando as crianças invisíveis

 

Uma guerra civil, muito pouco divulgada pela mídia e bastante cruel, acontece na Uganda há mais de 20 anos. O Lord’s Resistance Army é o grupo radical que promove esta guerra, sequestrando crianças como soldados, mulheres como escravas sexuais e mutilando homens por onde passa.

Duas ONG’s (Invisible Children e Resolve) criaram uma ferramenta para expor estas atrocidades ao mundo: o LRA Crisis Tracker. O mapa utiliza antenas de rádio já existentes na região e email. Essa solução resolve um grande problema de combate a este conflito e ajuda às vítimas, pois a falta de infra-estrutura de comunicação na região sempre foi a grande responsável pela pouca divulgação.

Vale a pena conferir.

“Criatividade, não destruição, deve ser medida de grandeza” Fela Kuti

Google Africa Blog

Parece que o Google (precisa de link?), além de mim e do ex-presidente Lula, tem um especial interesse no continente Africano. Eles acabam de lançar o Google Africa Blog, uma fonte de notícias sobre a África sub-saariana com calendário de eventos da empresa na região.

Outras ações já foram feitas no continente. Um esforço conjunto para colocar o sul do Sudão (que deve se tornar um novo país) no google maps, com colaboração de algumas instituições e pessoas que já moraram no local; g|funze, um workshop para professores ensinarem com uso da tecnologia; o lançamento de um domínio próprio da Somália; AdSense para conteúdo Mobile na Nigéria; além de eventos específicos para desenvolvedores em alguns países, 0 G-Camarões, G-Nigéria, G-Ghana, G-Quênia e G-Uganda desde 2010.

Lembrei desta frase do grande Fela Kuti (não pensem que estou afirmando que as intenções da empresa são altruístas):

“… Criatividade, não destruição, deve ser medida de grandeza. Se você não pode criar qualquer coisa que fará sua vida, ou a de um ser humano melhor, caia fora do caminho. Vá embora! Desapareça! E dê a outros uma chance.”